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Thursday, November 03, 2005
Blog de História do 8ºB da Escola EB 2,3/s de Ourique

 

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Os trabalhos não publicados neste blog estão em:

http://ourique8b.blogspot.com

Outros links:

7º B

10º B

12º B



Por falta de capacidade de armazenamento, sobretudo de imagens, parte dos artigos deste blog, sobretudo da página seguinte (next page) serão oportunamente transferidos para outro blog, do qual deixaremos aqui o link.

 


Posted at 01:38 pm by marcelinoreis
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Sunday, November 06, 2005
Trabalhos de História


1 - A expansão

e o intercâmbio de produtos

2 - Pessoas e lugares

da expansão ibérica


Posted at 11:48 am by marcelinoreis
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Gil Eanes

Gil Eanes

Célebre navegador português, natural de Lagos, era o escudeiro do Infante D.
Henrique, que pela primeira vez passou além do Cabo Bojador, dissipando o
terror supersticioso que este promontório inspirava e iniciando assim a
época dos grandes Descobrimentos (1434).
Em 1438 partiu de Sagres com esse intuito mas voltou para trás, desanimado.
O infante D. Henrique, porém, conseguiu que ele se resolvesse a intentar de novo aquela empresa,
lembrando-lhe o serviço que faria à pátria e à religião se alcançasse dobrar
o cabo. O Infante tanto o entusiasmou que Gil Eanes jurou que voltaria,
tendo dobrado o cabo, ou perderia a vida.
Em 1434 partiu novamente, e cumpriu a promessa, regressando admirado do pouco que lhe custara dobrar o cabo.
D. Henrique recebeu-o com alvoroço e júbilo. Logo o armou cavaleiro, e
deu-lhe todas as recompensas com que o seu ânimo generoso sabia premiar os
que bem o serviam.
Nesse mesmo ano, Gil Eanes tentou nova viagem ao cabo Bojador, indo acompanhado por Afonso Gonçalves Baldaia, e, seguindo para diante, chegaram a um sítio a que deram o nome de Angra dos Ruivos.
Mais tarde ainda comandou uma das caravelas da grande expedição empreendida pelos
habitantes de Lagos, mas depois o seu nome desaparece das crónicas marítimas, ficando
até desconhecido o ano em que morreu.


Estátua de Gil Eanes ou outra imagem apropriada:
---------------------------------------------------------------------


Alice Franco

N2


Posted at 11:53 am by marcelinoreis
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Senegal

O Senegal

O Senegal é um país da África Ocidental, limitado a norte pela Mauritânia, a
leste pelo Mali, a sul pela Guiné e pela Guiné-Bissau e a oeste pelo Oceano
Atlântico e pela Gâmbia. É o mais próximo vizinho de Cabo Verde, arquipélago
que se espalha pelo Atlântico a ocidente do Cabo Verde. A capital é Dakar.

Foram os portugueses, no Século XV, os primeiros europeus a estabelecer
contactos comerciais com o território do Senegal, mas só a chegada dos
franceses, a partir do século XVII, iria marcar fortemente a cultura
senegalesa. A política colonial francesa foi feita através de uma
administração indirecta, utilizando os chefes locais como intermediários e
colaboradores. Nas principais cidades, Dakar, Gorée, Rufisque e Saint-Louis,
era exercida uma administração directa por cidadãos franceses. Foi a única
colónia onde chegou a ser concedida cidadania francesa a africanos. A língua
oficial ainda hoje é o francês.
Depois da independência, em 1960, a República do Senegal conheceu uma via política inspirada no chamado socialismo islâmico, difundido por um conjunto de associações, escolas e
jornais, de onde se destacou Léopold Sédar Senghor como o principal teorizador do sistema democrático e Presidente da República.
Em 1982 o Senegal juntou-se à Gâmbia para formar a confederação da Senegâmbia através de um pacto que unia instituições comuns e uma integração das forças armadas e de
segurança. A Senegâmbia foi dissolvida em 1989 por divergências entre os
dois países.


Alice Franco

Imagens ??????
Casamansa ?????

N2


Posted at 11:56 am by marcelinoreis
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Tabaco

O tabaco

É uma planta que pode atingir 2 m. de altura e cujas folhas medem
até 60 e 70 centímetros de comprimento; as flores dispostas em cachos ou em
canículas, são vermelhas, amarelas ou brancas. Certas espécies constituem
belas plantas ornamentais: tabaco branco, cheiroso, de grandes flores, de
perfumaria muito suave; tabaco de flores compridas, cuja corola é primeiro
branca, tornando-se purpúrea; tabaco gigante, notável pela sua abundante e
soberba fluorescência; tabaco tormentoso, tabaco de folhas de wigandia,
etc.
As suas espécies comerciais mais importantes são a nicotina trabucam e
a nicotina rústica. Chama-se vulgarmente erva-santa.
Sabe-se que o tabaco é de origem americana; no entanto, há escritores como Lotario Becker, que
pretendem que seja uma planta asiática, e que tenha podido ser levada em
tempos muito remotos para o Novo Continente. Becker demonstra que na
Pérsia, por exemplo, cultivou-se e fumou-se uma ou talvez mais espécies de
tabaco, muito antes da descoberta da América. Outros supõem que o tabaco é
uma erva africana, baseando-se em que não é crível que este vegetal pudesse
generalizar-se tanto em todo aquele continente, e enraizar-se em usos tão
diferentes nos costumes dos povos depois do descobrimento da América.
Alguns viajantes da Austrália, com iguais argumentos, sustentam que o
tabaco é oriundo do norte daquele continente, e citam em seu favor as
comunicações de Cook, Gregory, e outros, sobre plantas narcóticas que viram
mascar, fumar ou sorver em forma de pó. O que é certo, é que em parte
alguma se menciona, que o tabaco existisse na Europa antes do
descobrimento da América, o que leva a crer que seja esta efectivamente a
sua verdadeira pátria.

Cristóvão Colombo, em 1492, abordou a ilha de S.
Salvador, e fê-la reconhecer por Luís de Torres e Rodrigo de Jerez, os
quais notaram, nas margens do rio Canau, que os habitantes de ambos os
sexos fumavam por meio dum instrumento, denominado pelos indígenas 'tabacos',
composto dum pequeno tubo, dividido em duas partes, de diferente calibre;
introduziam a mais estreita na boca para absorver o fumo; a mais larga
servia para conter folhas secas de cohiba, nome dado pelos naturais da ilha
Guanahani (S. Salvador) à nicotina. A maioria, porém, desta pobre gente
substituía o tubo pelas próprias folhas enroladas, em guisa de tosco
charuto, constituindo os chamados canudinhos.
Segundo alguns, não pertence a Colombo a descoberta da erva-santa, mas a Grijalva, que dizem tê-la estudado quando visitou a ilha de Tabago ou Tabaco em 1518, opinião
insustentável ante os factos históricos. A ilha de Tabago foi reconhecida
em 1498 por Colombo e ocupada, em 1632, pelos holandeses; Fernando Cortez,
na viagem à América, viu em Tabaco os naturais consumirem o tabaco, e em
1518 enviou a Carlos V de Espanha as sementes que pôde ali obter.
No mesmo ano de 1518, o missionário espanhol Frei Romano Pane enviará da América,
para onde fora em companhia de Colombo, algumas sementes de nicotina, ao
mesmo imperador Carlos V. Hernandez de Toledo, fidalgo e médico espanhol,
trouxe de S. Domingos, em 1559, sementes para Espanha e Portugal; depois
Jean Nicot, embaixador de Francisco II, de França, junto à corte de D.
Sebastião, de Portugal, no tempo que decorreu de 1559 a 1561, obteve-as dum
flamengo e semeou-as no seu jardim, reconhecendo nas plantas que vingaram
qualidades recomendáveis. Por este facto remeteu alguns pés para Paris em
1560, com destino a Catarina de Medicis; daqui vem a chamar-se ao tabaco
erva ou pó da rainha, porque apenas o aproveitava pulverizado. Também se
denominou nicociana ou erva do embaixador, por ter sido Nicot que o
introduziu em França. Nesse tempo era igualmente conhecida por erva-santa,
em virtude das qualidades medicinais que então lhe atribuíam.

Já os índios a supunham remédio (eficaz para a cura de todas as doenças, pela embriaguez
que o habito tornava agradável. Os europeus consideravam o tabaco uma
verdadeira panaceia; remédio infalível para as enxaquecas, pneumonia,
chagas, gota, raiva e servindo até como narcotizo, aperitivo, etc. O
cardeal de Santa Cruz, núncio apostólico em Portugal, foi o primeiro que o
enviou para Roma; por esse tempo Afonso de Tarnabon, bispo de Bruges,
divulgava-o em França. A planta tomou ainda nessa época, os nomes de
erva-santa Cruz e de Tarnabon, que lhe foram conferidos em homenagens aos
dois prelados.
É muito curiosa a história do tabaco, pelo desenvolvimento
extraordinário que tomou desde que se conheceram as suas muitas
propriedades. Hoje cultiva-se em quase todos os países do mundo. O seu
aspecto como as suas qualidades são muito variáveis segundo os Iugares de
produção. A Vuelta Abajo (ilha de Cuba) fornece as folhas de havano, dum
custo muito elevado por causa do seu aroma delicioso. Sumatra e Java dão
folhas muito finas, de cor clara, utilizadas para a capa dos charutos. O
Brasil (província da Bahia) produz bons tabacos para o interior dos
charutos. Os Estados Unidos colhem uma enorme quantidade de tabacos
servindo para o fabrico dos seaferlatis (Kentucky, Maryland, Ohio,
Virginia). A Turquia e a Ásia Menor fornecem folhas de pequenas dimensões,
de cor amarela e dum aroma especial muito penetrante.
No ponto de vista químico, o tabaco é caracterizado pela presença dum alcalóide especial. a
nicotina. O tabaco aplicava-se primitivamente, em alguns pontos, como
simples adorno, e em outros, como medicina. Parece que o hábito de se fumar
foi introduzido primeiro em Inglaterra, em 1585 por sir Francis Drake,
que de volta da Virgínia, propagou e ensinou a manipular o tabaco, segundo
o processo dos naturais daquela região. Então abriu-se a primeira casa de
venda para o consumo da planta em França, e em Espanha supõe-se ser o uso
do tabaco de fumo, devido a um frade espanhol, residente muitos anos na
ilha de S. Domingos. O gosto da substância fornecia grandes proventos aos
estados apesar de se reconhecer que era pernicioso ao organismo.

Parece que foi no princípio do século XVII, pouco mais ou menos, que em Portugal
começou o seu consumo com uma importância sempre crescente, dando
origem a um pequeno imposto arbitrado pelo rei, imposto este, que foi dia a
dia aumentando com a gradual progressão dos lucros, que os comerciantes
auferiam. Antes da aclamação de D. João IV, o contrato do tabaco foi
arrematado pelo espaço de 3 anos na corte de Madrid, por um português em
40$000 reis por ano; passado esse prazo, Inácio de Azevedo, também
português, o ajustou por 60$000 reis, mas tendo falecido, passou de novo o
contrato ao primeiro. Foi subindo de ano para ano, e em 1640, foi o contrato arrematado por 10:000 cruzados, e em 1674, por 66:000 cruzados.
Do ano de 1675 em diante rendeu o tabaco 500:000 cruzados até um
1 milhão de cruzados, e no ano de 1698 aumentou o dito contrato a 1 milhão
e 600:000 cruzados. Finalmente nos anos de 1707 e 1708 o castelhano D.
João António de la Concha trouxe o contrato do tabaco arrendado por 2
milhões e 200.000 cruzados, em cada ano, não com pequena admiração da
prodigiosa química, com que pó e fumo, em prata e ouro se convertiam. Assim
se conservou algum tempo, para do novo retomar o aumento progressivo e
chegar afinal à importância de 1520 contos anuais, que foi o preço do
contrato que findou em 1864. Tendo sido abolido por lei das Cortes o
monopólio do tabaco a contar do 1º de Janeiro de 1865, foi posto em praça
publica o contrato pelo segundo semestre de 1864, e arrematado por uma
companhia, juntamente com o edifício, maquinas e utensílios da fabrica, por
1:410$500 reis. A companhia havia sido instalada em 1845, por, ordem do
governo, no edifício do antigo convento de Xabregas. Ao princípio foi este
monopólio arrendado sem concorrência. Depois introduziu-se o uso de se dar
em arrematação em praça pública a quem oferecesse maior lanço, para o que
se organizavam companhias de capitalistas. É esta a origem da actual empresa 'Tabaqueira'.

Acerca do tabaco, e da sua cultura e manipulação tem-se escrito muito; mencionaremos:
Historia do tabaco, estudos por Vilhena Barbosa, Archivo Pittoresco, vol. VIl;
Monographia do Tabaco, por Manuel de Sousa da Câmara.
Pode ver-se também o lnventario dos Man. [= ?????????]


Ana Catarina Martins


A cultura do tabaco hoje ?????
Imagens ??????


N2,5

Posted at 12:14 pm by marcelinoreis
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Cadamosto

Cadamosto

Comerciante e navegador italiano, era muito jovem quando aportou ao Algarve
e, entusiasmado pelas viagens portuguesas ao longo da costa africana, se
colocou ao serviço do infante D.Henrique que aceitou a oferta. Cadamosto ou Cá
do Mosto, como também é conhecido, participou em duas viagens à costa da
Guiné e sobre elas escreveu um relatório

[... completar]

O texto do veneziano é fundamental para o conhecimento da extensão das viagens henriquinas ao longo da costa de África , pois completa os dados fornecidos pelo cronista Gomes Eanes de
Zurara
. O relato do navegador Italiano, várias vezes editado, tem sido
objecto de críticas e de interpretações variadas mas, de qualquer modo, não
parece correcto negar-lhe objectividade, e é sobretudo injusto diminuir os
méritos inegáveis do veneziano.   
[...imagem]


Ana Catarina Martins 

N2

Posted at 12:23 pm by marcelinoreis
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Cacau

Cacau

Historicamente, foi Cristovão Colombo quem descobriu o cacau para a Europa,
aquando da sua quarta viagem ao Novo Mundo, por volta de 1502. Teria levado
sementes de cacau para o rei Fernando II, sementes estas que passaram quase
desapercebidas no meio de todas as outras riquezas que trouxe.

Em 1519, Hernando Cortez descobriu o cacau durante as suas conquistas no
México, mas os espanhóis não prezavam muito a bebida, achando-a fria,
gordurosa e amarga. Porém logo perceberam o valor da semente como
referencial de valor e moeda de troca.
Em nome da coroa Espanhola começaram plantações de cacau no México onde a
"moeda" seria cultivada. Em 1528, Cortez trouxe de volta para a Espanha
cacau e as ferramentas necessárias para seu preparo.



Com o passar do tempo, os espanhóis começaram a agregar açúcar e outros
adoçantes à bebida, tornando-a menos amarga e mais palatável, portanto, ao
gosto Europeu. Estes passaram a tomar o líquido quente, e o chocolate quente
começava cada vez mais a cair no gosto da elite espanhola.

Também nesta época o cacau começou a ser feito em tabletes, que depois eram
mais facilmente transformados em bebida. Ao longo dos seguintes 150 anos, a
novidade foi-se espalhando pelo resto da Europa, e seu uso foi sendo
difundido na França, Inglaterra, Alemanha, Itália, etc.

[Hoje .... ?]

Débora Martins

N3

Posted at 12:30 pm by marcelinoreis
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Porcelana

A Porcelana

O fascínio  da Europa pela porcelana chinesa acentuou-se a partir das
navegações portuguesas no Índico
.

Monge Satsuma

O comércio resultante, através de Macau, Malaca, Goa e Lisboa, permitiu
abastecer a Europa destas peças cobiçadas, especialmente as de encomenda,
incorrectamente designadas (da Companhia das Índias).


Os segredos do fabrico da porcelana foram divulgados na Europa por um
tratado, impresso em 1569, do dominicano português Gaspar da Cruz.
Destacam-se algumas encomendas portuguesas  de século XVI, com a simbologia e
legendas cristãs, elementos armoriados e lendas e temas profanos, como as
escudelas de Pêro de Faria, de 1541, e as garrafas de Jorge Álvares, de 1552.

Nos séculos seguintes foram encomendadas outras peças e serviços,
como [o da inauguração da estátua  equestre  D. José em 1775.]

A produção de porcelana iniciou-se em Portugal na segunda metade do
século XVIII.
As experiências dos primeiros anos, em pó de pedra  e porcelana
branda, foram realizadas pelo mestre de olaria Bento Fernandes.
Em 183, Augusto Ferreira Pinto Basto deslocou-se a Serves para estudar
o aperfeiçoamento do fabrico da porcelana.
Só no segundo quartel do século XX  apareceram outras  fábricas como a
sociedade de porcelana (em Coimbra).



Gabinete de porcelana



[Vista Alegre ??? ... Ou a cerãmica, hoje, em Portugal ]




Daniela Mendes
Nº10 8ºB



N3

Posted at 12:45 pm by marcelinoreis
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Friday, November 11, 2005
Algodão

 Algodão



O algodão provém de uma planta denominada algodoeiro. Conforme a variedade, pode ser uma árvore ou um arbusto, com folhas alternadas e que dão flores amarelas ou vermelhas. A qualidade do algodão varia de acordo com o tipo de algodoeiro, pois umas variedades fornecem fibras mais compridas que outras.

No Brasil, o algodão é colhido entre Maio e Junho, quando os frutos amadurecem e as cápsulas que envolvem as sementes se abrem, podendo então ser colhida a matéria fibrosa constituída de pêlos, que revestem as sementes e que se denomina capulho.

Estas fibras brutas passam por uma série de operações preparatórias, antes de serem transformadas em fios.Resumidamente, são as seguintes:

1. - Limpeza manual, com a retirada de matérias estranhas.

2. - Descaroçamento, que é a retirada das sementes, com auxílio de um aparelho movido por manivelas, denominado descaroçador.

3. - Batimento,feito com um galho de árvore, retesado em forma de arco, denominado batedor, onde se processa a retirada de impurezas menores, e é feito o primeiro desbaraçamento das fibras.

4. - Cardamento, que é o processo final de desembaraçamento das fibras, que pode ser feito com um par de "cardas" , ( mesmo equipamento utilizado com a lã ), ou também com um arco tensionado semelhante ao batedor

5. - Fiação, que é a operação final para a obtenção do fio. Pode ser feita por uma peça simples em forma de pião, denominado fuso, ou através de um equipamento movido a pedal, denominado roca. O processo é idêntico para a lã.

As grandes indústrias possuem maquinarias que realizam estas mesmas etapas, com velocidades maiores, incluindo ainda o tingimento das fibras. Várias são as opções de fios e linhas que podemos utilizar na tecelagem manual.


Utilidades do algodão:

Vestúario  masculino, feminino e infantil

Bolsas

Colchas e almofadas
Toalhas de mesa, jogos americanos, cortinas, porta copos

Mantas,Tapeçarias

Tapetes


Samuel Nobre
falta: completar texto (origens e difusão do algodão)

N2




Posted at 04:59 pm by marcelinoreis
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Milho

                                                       Milho 

O milho (Zea mays) é originário da América Central, tendo sido introduzido na Europa pelos espanhóis, após as viagens de descoberta comandadas  por Cristóvão Colombo. Este cereal rapidamente foi distribuído por todos os cantos do Mundo através das viagens marítimas dos portugueses. O milho era o principal recurso dos impérios Inca e Asteca.
Actualmente, depois do trigo e do arroz é o cereal mais cultivado.
Em Portugal, a área cultivada é de cerca de 180 000 ha, sendo apenas uma pequena parte em regime de sequeiro. Os milhos mais semeados são os híbridos, calculando-se cerca de 71,4 % da área global da cultura.
A cultura do milho decorre no período de Primavera-Verão, quando as temperaturas são mais elevadas. A temperatura óptima para o crescimento do milho é de 24 a 30ºC. A água disponível para a planta durante o seu desenvolvimento é determinante para garantir uma boa produtividade.
A qualidade da semente de milho é também muito importante, para a qualidade e rentabilidade da cultura.
 No entanto, esta nova tecnologia não permite a resolução de todos os problemas fitossanitários do milho que durante o seu ciclo vegetativo é atacado por pragas, doenças e na parte inicial do desenvolvimento, sofre uma grande concorrência das infestantes.

Em relação à história e origem do milho, pode-se afirmar que é uma das plantas cultivadas mais antigas. Estudos arqueológicos forneceram elementos que permitem afirmar que o milho já existia como cultura, ou seja, em estado de domesticação, há cerca de 4.000 anos e já apresentando as principais características morfológicas que o definem, botanicamente, na actualidade.
 Quando Cristóvão Colombo descobriu a América, o milho constituía a base alimentícia dos indígenas que lá viviam e era cultivado desde a Argentina até ao Canadá. Pesquisas feitas por arqueólogos  na cidade do México descobriram grãos de pólen com cerca de 60.000 anos. Em escavações levadas a efeito na região sudeste do México, foram encontradas espigas de milho primitivo, com cerca de 5.000 a 6.000 anos de idade. Na América do Sul, no Peru, os fósseis mais antigos encontrados possuíam idade de 2.700 anos antes de nossa época.    Logo após a descoberta da América, o milho foi levado para Espanha, Portugal, França e Itália, onde era a princípio cultivado em jardins, como se fosse uma planta exótica e ornamental.  Uma vez reconhecido o seu valor alimentar, este cereal rapidamente foi distribuído por todos os cantos do Mundo, através das viagens marítimas dos portugueses.     
                                                                                                                                           


Soraia  Guerreiro

Imagens ??????????????????????????

N2,5


Posted at 05:07 pm by marcelinoreis
Comment (1)  

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